quinta-feira, 20 de maio de 2010

NEWTON PAIVA ABRE CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

Inscrições para o vestibular vão até o dia 22 de maio

O Centro Universitário Newton Paiva, em Belo Horizonte, está com inscrições abertas para o processo seletivo do segundo semestre de 2010. A grande novidade deste Vestibular é o curso de Engenharia de Controle e Automação, que será lançado campus Buritis. Outro destaque deste semestre é o curso de Geografia e Meio Ambiente, que passa a ser bacharelado em três anos e, com mais um período, o aluno terá a titulação de licenciatura.

As provas serão realizadas no dia 23 de maio, domingo, das 9h às 13h. A instituição adotará o livro “Contos de Aprendiz”, de Carlos Drummond de Andrade, e o filme “Pequenas Histórias”, de Helvécio Ratton.

As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de maio pelo site www.newtonpaiva.br. O valor da inscrição é R$ 50, mas se ela inscrição for paga diretamente nas Centrais de Atendimento ao Aluno dos campi da avenida Carlos Luz, 220, avenida Silva Lobo, 1.730 ou rua José Claudio Rezende, 80, o valor a ser cobrado será de R$ 20.

A Newton Paiva oferece hoje mais de 30 cursos de graduação e tecnológicos, nas áreas de gestão, comunicação, direito, arquitetura, engenharia, licenciatura e saúde. Mais informações: 0800 942 9800.

Cursos - bacharelado
Administração
Ciências Contábeis
Ciências Economicas
Relações Internacionais
Sistemas de Informação
Comunicação Social (Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas)
Direito
Geografia e Meio Ambiente
Psicologia
Ciências Biológicas
Farmácia
Fisioterapia
Nutrição
Odontologia
Enfermagem
Engenharia Ambiental
Engenharia de Controle e Automação
Engenharia Civil
Engenharia de Produção
Engenharia Elétrica
Engenharia Química
Engenharia Mecânica
Arquitetura e Urbanismo

Graduação Tecnonógica
Gestão Comercial – Varejo
Gestão Comercial - Negócios Automotivos
Logística
Gestão Financeira
Gestão de Recursos Humanos
Secretariado
Gestão de Marketing
Gestão de Turismo
Estética e Cosmética

Release - Link Comunicação

CHESTER DA VIRADA

No primeiro ano de casamento, devia ser terminantemente proibido assumir a responsabilidade de fazer comidas complicadas em festas de família, Natal, Páscoa, Reveillon, essas coisas.

Eu me casei no mês de setembro. Portanto, tinha apenas dois meses de escassas experiências culinárias quando fiquei frente a frente com o meu primeiro chéster.

Meu marido e eu fomos convidados para passar o primeiro Reveillon do casal na casa de um amigo. Era uma turma grande de jornalistas. O esquema era simples: cada um leva uma coisa. E o tal frango de peito grande sobrou pra mim.

Apesar de todo mundo dizer que era muito fácil de preparar, fiquei um tanto preocupada. Na época, atendia vários clientes de gastronomia e queria impressionar com um prato super bacana. Baixei na Internet uma dezena de receitas e montei uma só minha. Foi quase uma semana de preparação. Escolhi os ingredientes a dedo, descongelei o danado, tirei os miúdos lá de dentro e coloquei duas cebolas inteiras lá dentro. Temperei bem direitinho e deixei de um dia para o outro no vinho, para pegar gosto.

No dia seguinte, todo cuidado era pouco. Eu queria ter o orgulho de dizer que tinha feito tudo sozinha. E não, não podia dar nada errado. Se alguma coisa desandasse, minha mãe estava a centenas de quilômetros de distância, fazendo caminhada na beira da praia. Quem mais poderia me socorrer?

Bom, a festa estava marcada para começar às dez. Programei para que o chester ficasse pronto entre oito e nove horas da noite. Assim, daria tempo de remediar, caso acontecesse algum desastre ecológico. De meia em meia hora, eu abria o forno, tirava o papel alumínio e regava o frangão com o caldinho do vinho temperado. Lá pelas oito, tirei o papel alumínio e deixei dorar. O cheiro era sensacional.

Pronto! Lá estava ele prontinho, como combinado. Toda cheia de mim, chamei o maridão para ver. Ele pára, olha, pensa. Olha de novo, reflete um pouquinho...

- Não tem nada errado com ele? – pergunta.
- Que isso? Tá doido? Claro que não!
- Hum... tô achando alguma coisa estranha nele...
- Ai, não vem, não... Tá tudo certinho.
- Vamos pesquisar na Internet? Ver algumas fotos?
- Pra quê? Eu baixei um monte de receitas. Tá tudo certo!
- Você baixou fotos?
- Não, só receitas.
- Então vou dar uma olhada nas fotos.

Ai, Jesus... Só me faltava essa. O meu "filho" estava ali, prontinho e cheiroso. O que podia haver de errado nisso?

- Amor, vem ver uma coisa... (me chamou o Rafael)

De repente, meu mundo caiu. Eu tinha assado o chester na posição errada, com o peito para baixo e perninhas abertas na fôrma! Como adivinhar que o certo era colocar o bicho de cabeça pra baixo? Lá estava ele arreganhado de tão cozido, completamente oposto às fotos que meu marido encontrou na Net. Tentei virá-lo na vasilha, mas ele desmanchava. Não tinha mais jeito. Um desastre.

Eu simplesmente me pus a chorar. Igual criança. Chorei, chorei, chorei. Não podia levar aquela coisa para o jantar. Por mais delicioso que estivesse, seria um mico antológico chegar com ele de pernas abertas para a ceia. Como posso ser tão distraída? Como é que eu nunca prestei atenção na posição desse troço? Porque não baixei as fotos antes? Onde estava minha mãe naquele momento?

Peguei o telefone e liguei para ela:

- Mãeee... assei o chester errado!!!!!!
- Como assim, minha filha?

Depois de explicar tudo entre soluços e lágrimas, ela tentou me acalmar:

- Eulene, corta ele em pedaços e decora com abacaxi e ameixas. Ninguém vai perceber.
- Eu não sei destrinchar frango, mãe! Nunca fiz isso na vida! Vai ficar horrível!...
- Ô minha filha, corta do seu jeito mesmo, não tem problema... Não chora por causa disso, não.

Ainda em prantos, desliguei o telefone. Meu marido, um santo, da mesma forma preocupado, resolve pedir ajuda:

- Vou ligar para minha mãe. Ela vem aqui e corta pra gente.

Eu nem conseguia pensar.

- Alô! – Era a minha cunhada.
- Oi Cindra, precisamos de ajuda. Minha mãe está aí? – falou o Rafael.
- Não, está na missa. Por quê?
- Você sabe destrinchar frango? – e explica a situação.
- Sei, mas tô saindo pra festa. Não vai dar para ir aí, não.

É o caos. Rafael resolve, então, pedir ajuda a Deus e vai à missa em busca da minha sogra. Enquanto isso, enxugo minhas lágrimas e corro para o supermercado, que já estava fechando as portas. Implorei para entrar e ainda encontrei um bom abacaxi na banca, além de um potinho de ameixas.

Cheguei em casa, descasquei tudo, arrumei todas as vasilhas, e nada do Rafael voltar. Começa o meu segundo momento de desespero. Alguns minutos pareciam horas... Eu andava de um lado para o outro, abria o forno, olhava pela janela. Logo em seguida chega a minha sogra achando graça da situação e parte meu querido chester virado. Ela conta que levou um susto ao ver o Rafael sentado ao seu lado na hora do "Pai Nosso" e sai da Igreja para salvar minha vida.

Enquando ela ajeitava o frango, retoquei a maquiagem e parti para o teste de fogo. Eu, Rafael e o chester chegamos a tempo na festa. Colocamos o bichinho na mesa como se nada estivesse acontecido, cumprimentamos os amigos e tentamos esquecer aquela novela.

Na hora da ceia, um nó na garganta. Mas não, não estava ruim. Muito pelo contrário. Foram só elogios e mais elogios ao frangão de peito macio. A receita? Segredo. Ninguém consegue faze um chester como eu.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

BARATAS TONTAS PELA CIDADE

Eu nunca me interessei por carros e nem sonhava em tirar carteira de motorista algum dia na minha vida. Até que a necessidade bateu à minha porta. Comecei a fazer plantões no jornal e muitas vezes ficava até tarde esperando o ônibus em frente a um ponto de travestis na cidade industrial de Contagem. Na época, ainda não havia shopping ali perto e após às 10h da noite o bicho pegava.

Meu ônibus só passava de hora em hora e, se eu perdesse o bonde, estava em apuros. Um belo dia, por exemplo, parou uma kombi no meio do nada e um bando de homens estranhos começou a me cantar. Eu não tinha para onde correr e nem adiantava gritar. Foi quando apelei. Soltei meia dúzia de palavrões e decidi tirar carteira para comprar nem que fosse um fusquinha. Em dois meses eu estava habilitada e de carrinho novo (ops – novo para mim, pois era um uninho daqueles bem velhos, que vivia entupindo o carburador).

Acontece que meu senso de direção é nulo e eu sempre me perco mesmo nos lugares que conheço de traz pra frente. Antes mesmo de comprar meu carrinho, tive a primeira experiência de muitas que estavam por vir. Meu irmão, que mora no interior, foi passar férias em Porto Seguro com minha mãe e cunhada. O carro dele ficou na garagem lá de casa. Ele lá e eu cá. Nem passava pela minha cabeça tirá-lo do lugar. Foi quando meu querido irmão ligou dizendo que eles estavam voltando e eu precisava buscá-los no aeroporto da Pampulha.

Vixe... e agora?? Quem conhece Belo Horizonte pode achar que essa era a coisa mais simples do mundo. Não para mim. Eu morava na região Oeste, enquanto a Pampulha é no Norte da capital. Eu conhecia bem o caminho, pela via Expressa, mas nunca havia atravessado a cidade sozinha (digo, de carro).

Chamei, então, minha prima Polly para dar um apoio moral. Fomos duas baratas tontas fazer uma aventura pela cidade. Fui bem até o tal viaduto da Lagoinha, no centro da capital. Quando estávamos lá em cima, porém, Polly me dá um grito:

- É ali! É ali! Vira a direita! A direita!!!!

- Não, Polly! É aqui mesmo... (já entrando em desespero)

- Você vai entrar no lugar errado! Eu vi a placa! Vira, viraaaaaaaa!

Pronto. Danou-se. Eu estava em cima do cruzamento e tinha um segundo pra decidir. Entrei pela culatra.

- Polly, não é aqui! Estamos indo para a Cristiano Machado. Tínhamos que pegar a Antônio Carlos.

- Eu vi a placa, Eulene: Aeroporto Internacional de CONFINS!....

Ai, Jesus. Eu tive vontade de jogar a Polly pela janela. Ela viu a placa do aeroporto errado. Não estávamos indo para Confins, e sim para a Pampulha.

- E agora? – perguntamos juntas.

Bom, eu sabia que alguns quilômetros a frente havia uma avenida (Bernardo Vasconcelos) que ligava a Cristiano Machado à Antônio Carlos. Meu ponto de referência era o Minas Shopping. O que eu não sabia é que para fazer o retorno eu teria que entrar bem antes. Passei direto.

Fui parar em outro viaduto ainda mais cabuloso, que me deixou em pleno anel rodoviário. Era a primeira vez que eu pegava o carro depois de tirar carteira e a pista estava uma peneira por causa das chuvas de janeiro. Carros em alta velocidade por todos os lados e eu não tinha a menor idéia se estava dirigindo no sentido correto.

Desviando de um buraco aqui, outro ali, avistei a placa “Viaduto São Francisco” e “Av. Antônio Carlos”. Não pensei duas vezes e virei na primeira entrada. Como estava bom demais para ser verdade, peguei a avenida no sentido oposto. Lá estava eu voltando para o centro da cidade.

A sorte é que eu saí com quase uma hora de antecedência. Eu não conhecia nada por ali e não queria correr o risco de pegar outro caminho errado. Meu pânico era fazer algum retorno na favela. Resolvi então voltar na Lagoinha e fazer o retorno em frente ao UNI-BH, onde estudei por quatro anos e sabia como era o retorno por lá.

Enfim, eu podia ter andado menos de 10 km para chegar à Pampulha, mas acabei dando um passeio de 28,5 km. Um trajeto que poderia ser feito em menos de 20 minutos foi concluído em uma hora, com o trânsito ótimo. Mas cheguei. E juntinho do avião!

MEDIAÇÃO ASSUME PAPEL FUNDAMENTAL NA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS EM MG

Seminário será realizado nos dias 19 e 20 de maio, na unidade JK do Centro Universitário Newton Paiva

A mediação se tornou uma das principais ferramentas para a resolução de conflitos no Brasil. Somente em Minas Gerais, foram mais de 19 mil atendimentos em 2009. Até março de 2010, mais de 5 mil pessoas passaram pelo Programa Mediação de Conflitos do Governo Estadual.

Para debater os diversos instrumentos existentes hoje e propor novas alternativas, o Governo do Estado de Minas Gerais, em parceria com o Centro Universitário Newton Paiva e a Fundação Nacional de Mediação de Conflitos, realizará o “I Seminário em Mediação de Conflitos de Minas Gerais: Contextos e Experiências”, nos dias 19 e 20 de maio.

O evento contará com a presença de órgãos públicos, universidades, entidades não governamentais e profissionais com experiência na área de mediação de conflitos. A proposta é conhecer as diferentes experiências, dados estatísticos e a eficácia do Instituto da Mediação como veículo de ampliação, promoção e democratização do acesso à Justiça no Brasil.


I Seminário em Mediação de Conflitos de Minas Gerais: Contextos e Experiências
19 e 20 de maio - Centro Universitário Newton Paiva
Auditório Nominato Luiz do Couto e Silva (Av. Presidente Carlos Luz, 220)
Inscrições gratuitas. Mais informações: 0800 942 9800.


PROGRAMAÇÃO:

QUARTA-FEIRA, 19 DE MAIO

7h30 às 8h    Credenciamento

8h às 9h50    Mediação Penal
 - Carlos Augusto Teixeira Magalhães
 - Andrea Torinho P. de Miranda
 - Ana Paula Faria

10h10 às 12h10    Mediação Familiar
 - Rosane Maria Silva Vaz
 - Valeria Edith Carvalho de Oliveira
 - Juliano Veiga
 - Fernanda Lima

14h às 15h20    Mediação como instrumento de prevenção à criminalidade
 - Moacir Campos Lobato
 - Fabiana de Lima Leite
 - Sandra Mara de Araújo
 - Viviane Tompe de Souza Mayrink

15h20 às 17h40    A Mediação como Instrumento de Pacificação Social
 - Ellen Márcia Lopes Santos de carvalho
 - Fernanda Lima
 - Antônio Eduardo Silva Nicácio
 - Gilvan Luiz Hansen

19h às 20h20    Mediação: Humanização do Direito
 - Vânia Maria Vaz Leite Pinto
 - Érica Malta Lima

QUINTA-FEIRA, 20 DE MAIO

7h40 às 11h    Resolução de Conflitos: negociação, arbitragem e conciliação
 - Jean Carlos Fernandes
 - Rodrigo Almeida Magalhães
 - Rogério Medeiros Garcia de Lima
 - Rosane Maria Silva Vaz Fagundes
 - Flávia Bittar Neves

13h às 18h30    Mediação: Núcleos Práticos, Projetos e Contextos
 - Gilvan Luiz Hansen
 - Fernanda Lima
 - Roberto Braga
 - Ana Paula Faria
 - Mauricio Vicente Silva
 - Natália Prado Rosa de Matos
- Frederico Saraiva

Release - Link Comunicação

EM VEZ DE METRÔ, TORCEDORES TERÃO QUE IR AO MINEIRÃO DE ÔNIBUS EM 2014

A construção de um novo ramal que leve o metrô de Belo Horizonte até a região da Pampulha está fora de cogitação para o Mundial de 2014. O prefeito da capital, Márcio Lacerda, descartou essa possibilidade na última semana, em entrevista concedida ao jornal O Tempo. Como medida paliativa à falta de recursos para a construção do metrô, a Prefeitura de Belo Horizonte irá implementar quatro linhas de BRT (Bus Rapid Transit) ligando as avenidas Antônio Carlos, Pedro I, Carlos Luz , Pedro II, Cristiano Machado e área central.

O passo inicial para a implementação das linhas de ônibus rápido foi dado na última semana. Uma portaria do Ministério das Cidades, de 12 de maio, divulgou a relação da primeira etapa de propostas selecionadas para o PAC da Mobilidade. Dentre os projetos, estão previstas também a ampliação da Central de Controle de Tráfego, a implementação dos corredores Via 210 e 710, além de obras do Boulevard Arrudas, na avenida Tereza Cristina, no Centro da capital mineira.

O presidente do Comitê Executivo Municipal para a Copa de 2014, Tiago Lacerda, explica que a ampliação do metrô é de responsabilidade do governo federal e, por isso, não entra no PAC da Mobilidade. “O BRT é uma solução de curto e médio prazo, para melhorar o trânsito para a Copa de 2014. O projeto deve ser concluído até 2013 e pretende dobrar a capacidade de transporte na capital mineira. Além disso, possibilitará um aumento na velocidade média dos ônibus, com maior conforto e confiabilidade para os passageiros”, ressalta.

Apesar da dificuldade de implementação do projeto original do metrô, datado de 1986, a Prefeitura de Belo Horizonte pretende inaugurar a linha 2 (Calafate-Barreiro) até 2014, além de construir um novo ramal subterrâneo que ligará a região da Savassi ao bairro Lagoinha. Há, ainda, a intenção de realizar melhorias na linha 1 (Vilarinho-Eldorado), com a possibilidade de dobrar sua capacidade de atendimento - hoje em cerca de 150 mil usuários por dia.

Portal Terra - De olho em 2014 - Blog Belo Horizonte no Mundial
Crédito da foto: Divulgação CBTU

ORGUEL ABRE FILIAIS NO RIO DE JANEIRO E RECIFE

Empresa investe R$ 6 milhões nas novas unidades e espera um incremento de 25% no faturamento

Com um investimento de aproximadamente R$ 6 milhões, a Orguel – empresa do Grupo Orguel – acaba de abrir uma filial no Recife e outra no Rio de Janeiro. Com a abertura das filiais, a empresa pretende aumentar em 25% seu faturamento. A expectativa do Grupo, que engloba outras nove empresas do setor (Mecan, Locguel, Locbras, Bramex, Multiclean, Orguel Finanças, Orguel Plataformas e Mecanflex) é fechar 2010 com um faturamento em torno de R$ 360 milhões.

Segundo o gerente comercial da empresa, Alex Cossenzo, as cidades do Rio de Janeiro e Recife foram escolhidas em função dos investimentos previstos em infraestrutura como construção de portos e indústrias petroquímicas, além de obras visando a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas 2016. “Nosso objetivo é ser uma empresa nacionalmente reconhecida nos segmentos da indústria, mineração e construção, oferecendo soluções técnicas e equipamentos de última geração”, ressalta.

Para Cossenzo, a receptividade nas cidades está sendo a melhor possível, uma vez que a empresa oferece como diferencial o que o mercado mais tem de carência que é assistência técnica preventiva e treinamentos para os operadores com emissão de certificados. Segundo ele, o prazo para retorno do investimento é de cinco anos.

Criada em 1963, a Orguel foi pioneira na revenda especializada de equipamentos para a construção e trabalha com venda e locação de máquinas, incluindo geradores, compressores de ar, bombas de drenagem e torres de iluminação.

ORGUEL - Filial Recife
Avenida Recife, 1540, bairro Ipsep – (81) 3878-4900
ORGUEL - Filial Rio de Janeiro
Estrada Curicica, 1164, Bairro Curicica/Jacarepaguá - (21) 9266-8289
Site: www.orguel.com.br

Release - Link Comunicação

terça-feira, 18 de maio de 2010

PORTFÓLIO VIRTUAL

Há muitos anos tento organizar um arquivo com os principais textos que venho escrevendo em quase dez anos de profissão. Alguns ainda resistem. Muitos, porém, se perderam pelo caminho por pura falta de cuidado. Às vezes tento resgatar alguma lembrança, uma frase, uma fonte... mas são tantos bloquinhos, arquivos, emails e cds que nem sempre isso é possível.

Sendo assim, criei meu acervo virtual de matérias, releases, posts e divagações. Não tenho a pretenção de colocar aqui tudo aquilo que for produzido por mim. Mas, pelo menos, tenho agora um espaço para guardar (e partilhar) fatos e dados que fazem parte da minha vida e minha caminhada profissional.

Então, seja bem-vindo!